O fontanário já não jorra água; Nem faz música ao cair da noite; A sua pedra fria e cinzenta; Agora seca e sem vida.
Antigamente era um ponto de encontro; Onde os moradores iam buscar água; E as crianças brincavam e se refrescavam; Mas agora está ali, esquecido.
O seu mecanismo enferrujado; E as suas tubulações obstruídas; Fazem com que não haja mais fluxo; E a sua beleza se desvaneceu.
Mas ainda assim, o fontanário mantém o seu charme antigo; E guarda as memórias dos dias passados; Enquanto aguarda pelo seu renascimento.
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| Fontanário público desativado, junto à estrada no caminho que vai para a rua do Lameirão |

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