7 Amedos

O Carnaval de Carrazeda de Ansiães ganhou uma cor especial este ano com a participação entusiasta da nossa aldeia. Amedo saiu à rua e ...

O Carnaval de Carrazeda de Ansiães ganhou uma cor especial este ano com a participação entusiasta da nossa aldeia. Amedo saiu à rua e mostrou que, quando o assunto é animação e criatividade, jogamos em casa!

A nossa representação dividiu-se em dois temas que conquistaram o público ao longo do desfile:

 

Back to the 80's (Fábrica da Igreja): Fizemos uma verdadeira viagem no tempo! Entre cores vibrantes e as músicas icónicas que marcaram uma geração, a Fábrica da Igreja de Amedo trouxe a energia contagiante da década de 80 para as ruas da vila.

 

Brincar com as Profissões (Associação de Amedo): A criatividade não teve limites! Com muita originalidade, a nossa Associação deu vida a diversas profissões, lembrando-nos de que o trabalho também se pode transformar em festa e que nunca somos velhos demais para "brincar" ao que queremos ser.

 

Mais do que as fantasias, o que realmente brilhou foi o convívio e a união de todos os participantes. Ver pequenos e graúdos do Amedo unidos para levar a nossa alegria a todo o concelho é o que torna este Carnaval tão memorável.

Um agradecimento especial a todos os que trabalharam nos bastidores e aos que desfilaram com tanto brio. Amedo está de parabéns!

 







Ontem, o céu decidiu oferecer-nos um espetáculo que já tardava: um nevão generoso que cobriu cada canto da nossa paisagem. O que começou co...

Ontem, o céu decidiu oferecer-nos um espetáculo que já tardava: um nevão generoso que cobriu cada canto da nossa paisagem. O que começou com flocos tímidos transformou-se rapidamente num manto espesso que silenciou a aldeia e nos convidou ao recolhimento.

Hoje, o despertar foi mágico. Abrir a janela e encontrar o Amedo pintado de branco, sob um céu de um azul cristalino, é uma daquelas imagens que nos aquece a alma, apesar do frio cortante. As árvores, curvadas pelo peso da neve, parecem esculturas de cristal e o horizonte estende-se num brilho infinito.

É a natureza no seu estado mais puro, lembrando-nos da beleza das estações e do privilégio que é viver este cenário de postal.

 



Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, mas no Amedo, uma imagem pode valer mil histórias. Hoje trazemos um tesouro do baú das reco...

Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, mas no Amedo, uma imagem pode valer mil histórias. Hoje trazemos um tesouro do baú das recordações, um registo que parece ter parado o tempo numa das nossas ruas.

Olhamos para esta fotografia e sentimos quase de imediato o calor do sol nas pedras das paredes e o som dos passos no caminho. É um daqueles momentos de convívio que tanto definem as nossas gentes.

 

Queremos a vossa ajuda para completar esta história:

Alguém consegue identificar o local exato da aldeia onde esta foto foi tirada? Aquele muro de pedra ou aquela casa ao fundo ainda estarão iguais?

Olhem bem para os rostos... reconhecem algum familiar, um vizinho ou um amigo de longa data? Quem será a criança ao colo e quem são os conterrâneos que a acompanham com aquele sorriso de quem conhece bem a terra que pisa?

Pela roupa e pelo ambiente, terá sido dia de festa? Um batizado? Dia de missa? Ou simplesmente um domingo de sol em que a aldeia se juntou para caminhar?

Deixa o teu comentário abaixo! Não importa se tens a certeza ou se é apenas um palpite. Vamos usar este espaço para recordar nomes, partilhar episódios e, quem sabe, encontrar alguém que já não vemos há muito tempo.

Amedo é feito das nossas gentes e das nossas memórias. Ajuda-nos a manter esta chama viva!

 

No coração da nossa aldeia e junto ao Largo do Paço, ergue-se um monumento que é muito mais do que um edifício religioso: é um guardião...

No coração da nossa aldeia e junto ao Largo do Paço, ergue-se um monumento que é muito mais do que um edifício religioso: é um guardião de memórias. Com a sua fachada barroca e uma história que atravessa séculos, a Capela de São Martinho é hoje, a par da nossa Igreja de São Tiago, o ponto de encontro da fé e da identidade no nosso Amedo.

 

A história desta capela nem sempre se escreveu entre estas casas. Antigamente, o templo vigiava a região do alto da Serra da Reborosa, junto a um caminho que ligava o Amedo a Luzelos. Reza a tradição que a sua fundação remonta aos tempos áureos da extração do minério na serra.

Com o fim da mineração, o silêncio reclamou o lugar. A capela original, outrora vibrante, sucumbiu ao declínio e à ruína. Diz-se que um cruzeiro terá sido erguido para assinalar o berço desta história, mas o tempo foi implacável: hoje, esse marco dissolveu-se na paisagem, subtraído à memória dos homens. É um fragmento do nosso passado que a serra guardou para si. Contudo, a devoção popular não permitiu que São Martinho caísse no esquecimento; a capela foi 'trazida' para o coração da aldeia, onde se ergue a estrutura atual, datada de 1749.

Recentemente recuperada, a capela encanta quem a visita pela sua simplicidade e cuidado. Ao entrar, somos recebidos por um Altar em Talha Dourada: Um exemplar magnífico de estilo renascentista, que se acredita ter vindo da capela original da serra.


Imaginária: À esquerda, destaca-se a imagem de São Martinho (Séc. XVIII) e, a seu lado, a imagem de Nossa Senhora de Fátima, que o acompanha na devoção dos fiéis.

 

Arquitetura: Com o seu pavimento em granito e portas orientadas a poente e a norte, o espaço mantém a solenidade ideal para momentos de recolhimento, como a reza do terço.

 

Um Poema na Fachada: O Amor à Terra

Quem passa pelo frontispício barroco da capela não fica indiferente a uma placa que resume o sentimento de todos os que ali nasceram. Nela, lemos a quadra que toca o coração:

 

Estas palavras, gravadas junto à pedra secular, lembram-nos que a beleza de um lugar reside nos laços que criamos com ele.

Visitar a Capela de São Martinho é, portanto, fazer uma viagem entre o alto da serra e o centro da vida comunitária. É um convite para apreciar a arte sacra e, acima de tudo, para sentir o orgulho de pertencer a esta terra.

 

A história diz-nos que a serra guardou este segredo, mas as memórias das gentes são muitas vezes mais fortes que o tempo. Dirijo-me aos nossos guardiões do saber: alguém ainda recorda o local exato onde se erguia a capela original no alto da Serra da Reborosa? Se guardas na memória esse lugar ou se ouviste histórias dos teus antepassados sobre o antigo cruzeiro, partilha connosco. Ajudar-nos-á a completar este mapa da nossa identidade. 

No passado domingo, o CAECA (Centro de Apoio Empresarial de Carrazeda de Ansiães) encheu-se de música, cor e muita emoção para o event...

No passado domingo, o CAECA (Centro de Apoio Empresarial de Carrazeda de Ansiães) encheu-se de música, cor e muita emoção para o evento anual "Vamos Cantar os Reis". Mais do que um simples encerramento da quadra natalícia, esta tarde foi uma verdadeira homenagem à nossa identidade e às nossas raízes transmontanas.

O palco não recebeu apenas grupos; recebeu a força das nossas freguesias e instituições. Foi inspirador ver a vitalidade da nossa terra demonstrada através de cânticos que passam de geração em geração, provando que a tradição em Carrazeda de Ansiães ainda está viva.

A nossa aldeia de Amedo fez questão de marcar presença e demonstrar o seu orgulho cultural. Estivemos representados por dois grupos que levaram a alma da nossa freguesia ao palco: A Associação de Amedo e a Junta Fabriqueira de Amedo.

Ambos os grupos apresentaram-se com o rigor e a alegria que nos caraterizam, contribuindo para o brilho deste encontro que une todas as vozes do concelho. Nas imagens, podemos ver os trajes tradicionais, os instrumentos típicos como o acordeão e o bombo, e, acima de tudo, o sorriso de quem mantém o nosso património imaterial bem presente.

Eventos como o "Vamos Cantar os Reis" são fundamentais para que a nossa memória coletiva não se perca. Ver o CAECA repleto de gente de todas as idades é o maior sinal de que a comunidade de Carrazeda de Ansiães sabe de onde vem e para onde quer caminhar.

Parabéns ao Município pela organização e a todos os participantes de Amedo que tão bem nos representaram!

 

Associação de Amedo

Fabriqueira de Amedo

Participamos, com profunda tristeza, o falecimento do nosso amigo e conterrâneo Admar Veiga Loureiro, que nos deixou hoje, dia 9 de janeiro....

Participamos, com profunda tristeza, o falecimento do nosso amigo e conterrâneo Admar Veiga Loureiro, que nos deixou hoje, dia 9 de janeiro.

Para todos aqueles que desejarem prestar uma última homenagem, informamos que as celebrações exequiais terão lugar na Igreja de São Tiago em Amedo, amanhã sábado, dia 10 de janeiro pelas 16:00.

Neste momento de dor e luto, endereçamos as nossas mais sentidas condolências a toda a família e amigos. Unimo-nos em pensamento e oração, desejando força para enfrentar esta difícil perda.

Que a sua alma descanse em paz.

 

Se procuras a paz do campo sem abdicar do conforto, esta é a oportunidade ideal. Apresentamos uma fantástica moradia no Amedo, recentem...

Se procuras a paz do campo sem abdicar do conforto, esta é a oportunidade ideal. Apresentamos uma fantástica moradia no Amedo, recentemente restaurada no exterior e em grande parte do seu interior, preservando o charme original com um toque renovado.

Para além da habitação, a propriedade destaca-se pela sua vasta área de terrenos agrícolas — o cenário perfeito para quem sonha com um projeto de agricultura, um jardim expansivo ou apenas espaço para respirar ar puro.

 





Na paisagem das nossas aldeias, os cruzeiros não são apenas marcos de pedra; são sentinelas da memória e testemunhos vivos da devoção d...

Na paisagem das nossas aldeias, os cruzeiros não são apenas marcos de pedra; são sentinelas da memória e testemunhos vivos da devoção de um povo. Entre estes, destaca-se o cruzeiro do Senhor dos Aflitos na nossa aldeia Amedo, um monumento que integra o inventário do património religioso popular do concelho, realizado pelo Museu da Memória Rural.

 

Atualmente, o cruzeiro apresenta-se despido de estruturas acessórias, permitindo que a beleza da sua traça original sobressaia.

Assente sobre uma base robusta de pedra granítica, o fuste sustenta uma cruz trilobada cujas extremidades lembram a forma de trevos. No centro desta estrutura, encontra-se um pequeno nicho que alberga uma imagem religiosa, evocando a proteção dos santos locais. No topo, um detalhe marca a renovação da fé: um azulejo representando Nossa Senhora do Amparo, que veio substituir o antigo painel de Nossa Senhora da Conceição, que se encontrava bastante danificado pelo tempo. Hoje, o monumento é abraçado por um gradeamento verde, frequentemente adornado com flores plásticas, sinal de que ainda há quem continue a zelar por este espaço.

 


Recuando no tempo através de registos antigos, encontramos uma configuração distinta deste mesmo monumento. Noutros tempos, o cruzeiro do Senhor dos Aflitos possuía uma singular estrutura metálica de proteção. Uma cobertura circular, semelhante a um chapéu ou baldaquino, era sustentada por finas hastes de ferro, protegendo a cruz e os seus elementos devocionais das intempéries.

Nessa época, a base de pedra e o fuste já serviam de suporte a uma caixa de esmolas e a pequenos objetos votivos, demonstrando que, independentemente da forma estética, a função espiritual do cruzeiro permaneceu inalterada ao longo das décadas.

 


O trabalho de documentação do Museu da Memória Rural, juntamente com a divulgação do blogue 7 Amedos, é fundamental para que estas expressões materiais da fé não se percam. O estudo deste património sublinha a importância de elementos como o cruzeiro Senhor dos Aflitos enquanto parte integrante da paisagem cultural e espiritual da região.

Mais do que pedra e metal, este cruzeiro é um ponto de encontro entre o passado e o presente, um lugar onde a história da nossa aldeia se cruza com a devoção individual.

Mas, as pedras nem sempre contam a história toda. Por isso, deixo aqui um convite aos nossos leitores: Conheces alguma lenda ou história sobre este monumento? Sabes qual a origem da designação, Senhor dos Aflitos? Partilha connosco as tuas memórias; ajudar a preservar este património imaterial é manter viva a alma da nossa terra. 

Dia frio de inverno no Amedo, com o ar gélido a percorrer a paisagem da nossa pequena aldeia. Ao fundo, avista-se o Fundo do Povo que se abr...

Dia frio de inverno no Amedo, com o ar gélido a percorrer a paisagem da nossa pequena aldeia. Ao fundo, avista-se o Fundo do Povo que se abriga entre as oliveiras e a vegetação densa, sob o olhar de um céu carregado.

Há uma paz profunda neste cenário, onde a natureza resiste ao inverno com a mesma força das nossas gentes. Um convite à reflexão sobre a simplicidade e a riqueza escondida no coração de Trás-os-Montes.

 

Há momentos que ficam gravados não apenas em imagens, mas no coração de todos nós. Recuando até ao ano de 2014, um tempo de azáfama e alegri...

Há momentos que ficam gravados não apenas em imagens, mas no coração de todos nós. Recuando até ao ano de 2014, um tempo de azáfama e alegria, onde as vozes se uniam para manter viva mais uma tradição: O Cantar os Reis.

Nesta imagem, captada durante um dos ensaios, vemos os nossos conterrâneos numa breve pausa. O ambiente era de descontração e partilha, com todos a posarem sorridentes para a fotografia que hoje se tornou um valioso objeto de recordação. Entre letras aprendidas e afinações de última hora, o que realmente transparecia era a amizade e o orgulho em representar o Amedo em mais um evento.
 

Uma Homenagem Especial

Olhar para esta foto é também um momento de saudade. Nela encontramos a nossa querida e saudosa Maria Pereira, que infelizmente já nos deixou. A sua presença nesta imagem serve como um tributo à sua dedicação e ao carinho que sempre demonstrou pela nossa terra. Partiu, mas o seu sorriso e a sua voz continuarão a ecoar nas nossas memórias e nas memórias de todos aqueles que a recordam com saudade.
 

Votos de Saúde

Fica aqui este registo de união. Que estas vozes continuem a cantar por muitos e bons anos, mantendo acesa a chama das nossas raízes.
A todos os que aparecem nesta foto e a todos os nossos leitores desejamos, acima de tudo, muita saúde e felicidade. Que continuemos a criar memórias tão bonitas como esta! 

 

À medida que o ano se aproxima do fim, o blogue 7 Amedos vem desejar a todos os nossos amigos e leitores uma passagem de ano fantástica e re...

À medida que o ano se aproxima do fim, o blogue 7 Amedos vem desejar a todos os nossos amigos e leitores uma passagem de ano fantástica e repleta de alegria! Que esta época festiva seja um momento de celebração, reflexão e de partilha com aqueles que mais amam.

Que o novo ano vos traga novas oportunidades, muita saúde, paz, sucesso e incontáveis momentos felizes. Agradecemos a vossa companhia e apoio e esperamos continuar a contar convosco em 2026, para muitas mais novidades e conteúdos inspiradores.

Boas Festas e um Feliz Ano Novo para todos! Que 2026 seja um ano espetacular!

 

Este fado nasce de um sentimento profundo de pertença e devoção. É uma sentida homenagem ao Amedo e ao seu padroeiro, São Tiago , ento...

Este fado nasce de um sentimento profundo de pertença e devoção. É uma sentida homenagem ao Amedo e ao seu padroeiro, São Tiago, entoada por quem carrega a terra na voz e na alma.

A letra, de autoria original da nossa estimada conterrânea e fadista Nazaré de Fátima, é um testemunho de que a distância física não apaga as raízes. Mesmo longe ou perto, o Amedo permanece vivo no seu coração, transbordando em cada verso e em cada nota que dedica à sua gente e à sua fé.

Nas palavras da fadista, recorda-se a aldeia que a viu crescer, a proteção do Santo Apóstolo e a saudade que só o fado sabe traduzir. É um hino de amor à terra que nos une.

Um agradecimento especial à Sra Nazaré de Fátima por nos presentear com esta belíssima obra. Bem haja! Há fadista!


 

Nesta fotografia antiga, captada com as cores quentes da nostalgia, revivemos um momento simples e autêntico da nossa aldeia Amedo . Na imag...

Nesta fotografia antiga, captada com as cores quentes da nostalgia, revivemos um momento simples e autêntico da nossa aldeia Amedo.

Na imagem e de costas para nós, vemos a Sr.ª Albertina, que muitos de nós recordam com saudade da Rua do Terreiro, com o seu lenço vermelho e o traje típico que marcou uma geração. Ela encontra-se à conversa com o Sr. Aníbal, junto à sua antiga casa no Cimo do Povo.

É uma imagem que diz muito sobre o que era (e é) viver na nossa aldeia: a paragem demorada para pôr a conversa em dia, a vizinhança que se torna família e a calçada da aldeia que servia de cenário a uma vida inteira de partilha. Dois conterrâneos que, neste pequeno registo, mantêm viva a memória e a identidade da nossa terra.

 

Nesta fotografia, recuamos no tempo para encontrar o Sr. Fernando ainda jovem, em Angola, entregue àquela que foi a grande paixão e arte da ...

Nesta fotografia, recuamos no tempo para encontrar o Sr. Fernando ainda jovem, em Angola, entregue àquela que foi a grande paixão e arte da sua vida: a barbearia.

Com a sua bata branca impecável e um olhar de total concentração, vemos a precisão dos seus movimentos enquanto cuida da imagem de um cliente. A barbearia, com o nome "Santa Cruz" em destaque ao fundo, era mais do que um local de trabalho; era um espaço de convívio, de histórias partilhadas e de mestria técnica. Cada detalhe da imagem, desde a cadeira clássica ao lavatório de época, transporta-nos para um tempo onde o corte de cabelo era um ritual executado com paciência e brio.

O Sr. Fernando partiu recentemente, deixando um vazio entre aqueles que tiveram o privilégio de o conhecer e de passar pela sua cadeira. Fica connosco esta imagem eterna da sua juventude, símbolo de uma vida de trabalho, honestidade e dedicação à sua arte.

Que a sua alma descanse em paz. O seu legado continuará vivo na memória de todos os que guardam com carinho as conversas e o sorriso que sempre acompanhavam o som das suas tesouras.

 

Sr. Fernando na barbearia de Santa Cruz em Angola

Aqui fica uma recordação de 2011 que fazemos questão de partilhar. Que o calor deste momento continue a inspirar boas memórias.  No cen...

Aqui fica uma recordação de 2011 que fazemos questão de partilhar. Que o calor deste momento continue a inspirar boas memórias. 
No centro, a grande fogueira de Natal ilumina a noite escura, com chamas altas e faíscas que sobem em direção ao céu noturno, criando um espetáculo visual dinâmico. 
Estas imagens são cheias de energia e calor e capturaram momentos vibrantes de convívio na aldeia.

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